A solidão já íntima volta,
Mais forte que nunca.
Um rio de tristeza preenche
E a dor recomeça.
A dor de um mundo cego:
Como se não quisessem ver seus erros,
Que pessoas mais maduras!
Vivem num mundo cego onde ignoram as falhas!
Clarisse de novo abraça o sofrimento,
Fecha os olhos e ri da convivência humana.
As pessoas ao seu redor são como marionetes
Manipuladas de forma errônea.
Ela sabe que a solução não existe,
E a dor é maior do que parece.
Vive ignorada e sem importância,
Mas quando ela se corta,ela se esquece.
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